
O futebol moderno que temos, não só em Portugal mas um pouco por todo o mundo, representa uma involução em muitos aspectos que dele fizeram o desporto mais universal alguma vez praticado. Num mundo em constante evolução, é um pouco contraditório verificar que o futebol está cada vez mais envolto em polémicas e em corrupção, sendo a nossa Liga fértil em exemplos, já que quase não há jornada em que as arbitragens não suscitem acesas discussões e suspeitas. Também o já muito falado caso Mateus promete continuar na ordem do dia, assim como o caso Apito Dourado em que recentemente foram reabertas as investigações. Lá fora o panorama não é muito melhor com o Calcio Caos a comprovar que a corrupção no futebol de facto existe e a grande escala. Até a própria FIFA vai enchendo os bolsos dos seus dirigentes à custa dos patrocinadores, aos quais interessa ter os países mais ricos em competição (podem ver a investigação a este caso por aqui e ler mais sobre o assunto por aqui). Com tudo isto, está em causa a verdade desportiva e se o dinheiro faz girar o mundo então são os adeptos a fazer girar o mundo do futebol, já que sem adeptos não haveria receitas de bilheteira, de merchandising, de direitos televisivos, de patrocínios ou de publicidade. Apesar disso os verdadeiros adeptos continuam a ser afastados dos estádios pelo preço dos bilhetes e pelas horas tardias a que são realizados os jogos.
Onde se tem verificado uma clara evolução no futebol é nas condições dos recintos desportivos. Por cá, aproveitando a boleia do Euro 2004, foram construidos ou remodelados 10 estádios o que foi sem dúvida algo positivo para os adeptos, embora no caso de 3 deles tenha sido um desperdício de dinheiro. De facto, os estádios do Algarve, de Leiria e de Aveiro já provaram não ser economicamente viáveis pelo que são os elefantes brancos das respectivas regiões. Depois, para acompanhar as condições proporcionadas por esses estádios, também outros clubes têm apostado nos últimos anos em melhorar as suas infra-estruturas desportivas. Nos outros países, os projectos que existem para novos estádios são fantásticos e merecem ser vistos, o que podem fazer por aqui.
Mas um novo sinal dos tempos surgiu esta jornada de Liga dos Campeões com a utilização inédita de um relvado sintético num jogo das competições europeias. No Estádio Luzhniki do Spartak de Moscovo (na foto) a relva sintética foi pela primeira vez autorizada pela UEFA e já em 2008 há a possibilidade de todos os jogos do Europeu a realizar na Áustria e na Suiça serem realizados num relvado artifical. A intenção é proporcionar a todas as equipas um terreno idêntico, sem relva em mau estado ou com buracos. Provavelmente o jogo tornar-se-à mais prevísivel dado que a bola deixa de sofrer aqueles desvios estranhos ao tocar num buraco ou num pedaço de relva mais levantado mas torna-se também mais rápido uma vez que com este tipo de relva a bola ganha mais velocidade. Como se pode ver por aqui, há empresas empenhadas no desenvolvimento deste tipo de relvados por isso será uma questão de tempo até o cheiro da relva desaparecer dos nossos estádios. O futebol sem dúvida que se vai descaracterizando e contra isso parece não haver nada a fazer mas fossem todos os jogos ao domingo à tarde e os preços acessíveis e já tudo o resto pareceriam pormenores.
ULTRAS CONTRA O FUTEBOL MODERNO!
Onde se tem verificado uma clara evolução no futebol é nas condições dos recintos desportivos. Por cá, aproveitando a boleia do Euro 2004, foram construidos ou remodelados 10 estádios o que foi sem dúvida algo positivo para os adeptos, embora no caso de 3 deles tenha sido um desperdício de dinheiro. De facto, os estádios do Algarve, de Leiria e de Aveiro já provaram não ser economicamente viáveis pelo que são os elefantes brancos das respectivas regiões. Depois, para acompanhar as condições proporcionadas por esses estádios, também outros clubes têm apostado nos últimos anos em melhorar as suas infra-estruturas desportivas. Nos outros países, os projectos que existem para novos estádios são fantásticos e merecem ser vistos, o que podem fazer por aqui.
Mas um novo sinal dos tempos surgiu esta jornada de Liga dos Campeões com a utilização inédita de um relvado sintético num jogo das competições europeias. No Estádio Luzhniki do Spartak de Moscovo (na foto) a relva sintética foi pela primeira vez autorizada pela UEFA e já em 2008 há a possibilidade de todos os jogos do Europeu a realizar na Áustria e na Suiça serem realizados num relvado artifical. A intenção é proporcionar a todas as equipas um terreno idêntico, sem relva em mau estado ou com buracos. Provavelmente o jogo tornar-se-à mais prevísivel dado que a bola deixa de sofrer aqueles desvios estranhos ao tocar num buraco ou num pedaço de relva mais levantado mas torna-se também mais rápido uma vez que com este tipo de relva a bola ganha mais velocidade. Como se pode ver por aqui, há empresas empenhadas no desenvolvimento deste tipo de relvados por isso será uma questão de tempo até o cheiro da relva desaparecer dos nossos estádios. O futebol sem dúvida que se vai descaracterizando e contra isso parece não haver nada a fazer mas fossem todos os jogos ao domingo à tarde e os preços acessíveis e já tudo o resto pareceriam pormenores.
ULTRAS CONTRA O FUTEBOL MODERNO!

