16 abril 2007

Inscrições online

Encontram-se disponíveis inscrições online para o próximo jogo da nossa Briosa em mn85polo2.com. A viagem e bilhete são grátis (até ao máximo de 10 autocarros) por isso não há mesmo qualquer desculpa para não ir. As inscrições estarão disponíveis até às 12 horas de sexta-feira e a informação relativa à distribuição pelos autocarros e local da partida será conhecida no fim-de-semana.

FORÇA BRIOSA!!

NÃO TE DEIXO MAIS!!

15 abril 2007

Sofrer até ao fim

Com as vitórias do Beira-Mar e do Desportivo das Aves, as contas complicam-se bastante para a Académica dado que apenas 3 pontos nos separam não só da linha de água como também do último classificado. Assim, o próximo jogo é absolutamente decisivo tendo em conta a dificuldade dos restantes jogos. Por explicar está ainda a razão da alteração da data do jogo, que vai certamente impedir muitos adeptos de se deslocarem a Aveiro, mas pelo menos a Mancha terá que ir na máximo força para ajudar a equipa a trazer os tão importantes 3 pontos para Coimbra.

Incidentes após o jogo

Uma situação aparentemente banal na bancada acabou por ter repercussões fora do estádio uma hora depois do final do jogo, quando cerca de 100 elementos dos SD se dirigiram em passo apressado para o nosso lado do estádio. Por não conhecerem o terreno, pareciam algo desorientados e já iam a subir a rua em direcção à entrada do centro comercial Dolce Vita quando se aperceberam que ali só andavam adeptos normais. Foi então que a polícia os fez recuar, acabando involuntariamente por os fazer confrontar com os já poucos elementos da Mancha presentes à saída do estádio. Nesses breves momentos houve de facto confrontos directos mas que terminaram imediatamente com a actuação do corpo de intervenção, que rechaçou os adeptos visitantes e impediu os elementos da Mancha de saírem da zona em que estavam. Depois, já com a área controlada pelas forças policiais, os ultras dirigiram-se pelo caminho habitual para a sede com a certeza de encontrarem problemas pelo caminho, com a polícia a ficar junto ao Dolce Vita. Como já seria de esperar, os elementos dos SD estavam à espera na rotunda da Solum onde se gerou alguma confusão com avanços e recuos de ambos os grupos, mas sem no entanto voltar a verificar-se qualquer tipo de confronto directo. Para acalmar os ânimos, chegou novamente o corpo de intervenção para fazer a segurança da área e tudo acabou por ali.
É importante não esquecer que esta época, à chegada ao Dragão, os nossos autocarros foram apedrejados e que este novo incidente pode assim vir a gerar novos episódios. Se tal vier a acontecer, ao menos que prevaleça a honra característica dos verdadeiros ultras.

Mágica Briosa - Porto


















Foi um jogo bem disputado, com maior ascendente do Porto mas sempre com boa réplica da nossa Briosa, que com um pouco mais de sorte podia ter chegado ao empate. Para confirmar a regra, o árbitro foi algo tendencioso contra a Académica, sendo que neste caso até terá tido influência directa no resultado. Mas, como certamente todos tiveram oportunidade de ver o jogo, ou ao vivo ou pela televisão, dispensam-se mais comentários sobre o que se passou dentro de campo. Nas bancadas, muitos adeptos portistas, como já se adivinhava, a colorirem o topo sul que habitualmente se apresenta mais despido de público. No nosso sector, a primeira nota vai para a ausência de sistema de som, imposta pela polícia, um sinal que, entre outros, deixa antever o clima de repressão que espera os ultras nos próximos tempos. Mas até acabou por ser positivo dado que nos permitiu experimentar com sucesso usar apenas um megafone nos jogos em casa. Noutros jogos, com o sector mais vazio, é provável que não resulte tão bem mas, ainda assim, se pelo menos obrigar o pessoal a juntar-se mais ao meio acaba por ser uma mudança para melhor. Entretanto, iam chegando ao sector os (infelizmente) habituais camaleões que foram sendo encaminhados para outro sítio. Neste aspecto, os assistentes podiam e deviam orientar essas pessoas logo à entrada da bancada para não terem que ser os comuns adeptos a dar uma de autoritários indicando como as coisas funcionam. Quanto a atrasos, também nada de novo já que a 10 minutos do início do jogo ainda estava o sector muito vazio, o que só dava moral ao adeptos visitantes e confirma que com estes hábitos não se pode pensar em fazer outro tipo de coreografias, por exemplo com cartolinas ou coisas do género, porque o seu efeito visual ficaria directamente dependente da chegada atempada de todos ao sector. Assim, a coreografia deste jogo impressionou sobretudo pelo seu tamanho por ocupar toda a bancada central. Vista do outro lado foi certamente espectacular. Depois, com o início do jogo, os adeptos portistas começaram a cantar com muita força, o que obrigou a Mancha a aplicar-se desde cedo, ao contrário do que é habitual nos jogos em casa. Foi assim um duelo muito interessante nas bancadas, apesar de desigual em termos de números. Ver aquele topo sul cheio de adeptos de uma equipa que começou por ter uma base essencialmente regional devia fazer reflectir muitos pseudo-académicos e permite-nos imaginar o que foi (e ainda podia ser hoje) a Académica de há 40 anos atrás. Uma Instituição com identidade e com mística, com verdadeiros adeptos como os que, apesar de tudo, ainda vai tendo, seria imparável!



13 abril 2007

Orgulho em ser Briosa

















É já amanhã à noite o jogo entre a Académica e o Porto no ECC e nesta fase decisiva da época o apoio de todos nós é essencial. A nossa Briosa precisa de pontos para assegurar a manutenção por isso temos que contrariar a previsível presença em grande número de adeptos portistas. A concentração no nosso sector está marcada para as 20h30 de modo a colocar em prática a coreografia preparada para este jogo. Que o ORGULHO em ser Briosa se faça sentir bem forte!

Tolerância Zero



















Na véspera de o Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto analisar os incidentes do último Benfica - Porto, Hermínio Loureiro anunciou em declarações à Agência Lusa que "as claques não podem ser um factor de perturbação nos estádios, nem geradoras de instabilidade ou insegurança". O presidente da Liga acrescentou ainda que "a tolerância é zero e as claques não podem ser um factor de perturbação nos estádios. Querem participar na festa? Muito bem. Não querem, não vão aos estádios". É interessante o uso da expressão "tolerância zero" visando os adeptos, quando são os próprios adeptos a usá-la contra o futebol-negócio que temos hoje em dia mas Hermínio Loureiro foi mais longe ao defender também que os membros das claques devem ter de inscrever-se e fornecer dados pessoais "como qualquer pessoa que pertença a uma associação". Depois do enquadramento legal criado para os grupos organizados de adeptos, parece existir agora vontade da Liga de efectivamente aplicar a lei, razão mais do que suficiente para alguma apreensão por parte dos adeptos.
Mas antes de analisar o que poderá vir a ser o futuro dos grupos abrangidos pela Lei 16/2004, é interessante conhecer o percurso do presidente da Liga, o que pode ser feito por aqui. Ao ver os cargos exercidos por este senhor, é evidente tratar-se de mais um produto de uma juventude partidária, o que não contribui em nada para reduzir a promiscuidade flagrante que existe entre política e futebol.
Voltando ao essencial, a questão do fornecimento dos dados pessoais está regulamentada no artigo 18.º da Lei 16/2004 (que pode ser consultada por aqui) que diz o seguinte:
"
Apoio a grupos organizados de adeptos
1 — Aos promotores do espectáculo desportivo é lícito apoiar exclusivamente grupos organizados de adeptos através da concessão de facilidades de utilização ou cedência de instalações, apoio técnico, financeiro ou material, desde que esses grupos estejam constituídos como associações, nos termos gerais de direito, e registados
como tal no CNVD.
2 — Os grupos organizados de adeptos devem possuir um registo organizado e actualizado dos seus filiados, com indicação dos elementos seguintes:
a) Nome;
b) Fotografia;
c) Filiação;
d) Número do bilhete de identidade;
e) Data de nascimento;
f) Estado civil;
g) Morada;
h) Profissão.
"
Assim, a imposição efectiva desta lei estará tanto mais próxima quanto mais visível se tornar o lado menos positivo do mundo ultra, nomeadamente a violência. Em termos práticos, os grupos organizados de adeptos têm uma decisão da maior importância para tomar: constituírem-se como associações e assim continuar a beneficiar de alguns privilégios ou adoptar um estilo casual, com todas as implicações e ele inerentes. Esta opção está obviamente intimamente ligada à própria natureza do grupo, pelo que não é crível que todos venham a seguir o mesmo caminho. No caso concreto da Mancha Negra, caberá naturalmente à direcção decidir o que fazer mas apenas quando chegar o momento.

10 abril 2007

Tifos - 4

Grupo: Fossa dei Leoni
Jogo: Milan - Barcelona
Época: 2000/2001
Fonte: www.ultrasmilan.it

09 abril 2007

Estrela da Amadora - Mágica Briosa













Num jogo emotivo e com muitos golos, o momento mais marcante para os adeptos da Académica terá sido o segundo golo do Estrela, marcado pelo Dário. A sua atitude de não festejar o golo foi um sinal de respeito e de carinho pelos adeptos que sempre o apoiaram de losango ao peito e o facto de no final ter oferecido a camisola é disso a melhor prova. Os 9 anos que passou em Coimbra são dignos de reconhecimento e por isso foi tão estranha a sua saída da Académica e consequente ida para o Guimarães.
Quanto ao jogo, aqueles erros defensivos continuam a custar-nos valiosos pontos na luta pela manutenção. A situação não é dramática mas é sem dúvida preocupante tendo em conta o nível de dificuldade dos jogos que faltam até ao final da liga. Assim, a próxima deslocação, a Aveiro, é decisiva e por isso é essencial conseguir uma boa mobilização para o apoio à equipa nesse jogo. Mas antes disso, recebemos o Porto já no próximo sábado à noite, um jogo importante e interessante tanto no campo como na bancada. Todos ao ECC puxar por ela!

02 abril 2007

Mágica Briosa - União de Leiria



















Mais uma vez foi bem evidente a crise de confiança que a equipa da Académica atravessa e os resultados continuam a não satisfazer. Foi um jogo que as equipas encararam mais com o objectivo de não perder do que de efectivamente vencer e por isso a primeira parte acabou por não ter grandes motivos de interesse. Já na segunda parte, particularmente depois da expulsão (mais uma) do Káka, a Académica revelou uma outra dinâmica de jogo, com jogadas de perigo a provocarem alguma emoção na bancada mas infelizmente sem a muito desejada festa do golo. No nosso sector, o apoio acompanhou de certa forma o ritmo do jogo , com um segundo tempo mais intenso.
No final do jogo, o treinador veio, como lhe compete, defender o grupo de trabalho de toda a instabilidade que se tem vivido na Instituição e que não é de todo desejável. Assim, apesar de o sentimento generalizado dos sócios e adeptos da Académica ser de descrença no projecto desta direcção, é importante manter os jogadores e a equipa técnica longe de todas as polémicas. Nesse sentido, todos temos um papel importante não alimentando essas mesmas polémicas e todas as especulações que até ao final da época certamente se vão suceder a um ritmo alucinante.

28 março 2007

Deu para tudo



No dia de mais um jogo da nossa selecção, é bom recordar os bons momentos vividos no último sábado em Alvalade. Todo aquele ambiente fantástico trouxe-nos à memória o grande Euro 2004 que Portugal tão bem soube organizar mas que tão mal não soube ganhar. Resta-nos por isso partir à conquista do próximo, organizado pela Suiça e pela Áustria, que terá uma fasquia bem alta para superar dado que o nosso superou todos os anteriores em termos de organização. Ainda assim, os próximos anfitriões estão optimistas, como me foi relatado na noite depois do jogo da Inglaterra contra a Suiça, que teve lugar no Estádio Cidade de Coimbra, em plena Praça da República por um suiço ligado à organização do Euro 2008. Uma das melhores ideias que cá veio encontrar foi o campo de relva artificial instalado na Praça que estava sempre muito concorrido durante toda a noite. Curiosamente comparou o ambiente vivido cá em Coimbra com o de Leiria, onde tinha estado dias antes com a sua selecção. Segundo o seu relato, em Leiria a animação resumia-se a alguns músicos a tocar na rua e pouco mais, o que se revelou um completo fracasso. Já em Coimbra, veio encontrar um ambiente completamente diferente, com uma Praça da República cheia de alegria em constante movimento e com as Fan Zones (a da Praça da Canção e a da Praça do Comércio) a serem também muito procuradas para quem não tinha bilhete poder assistir aos jogos em ecrã gigante. Na Fan Zone destinada aos ingleses foi bem visível uma loucura generalizada antes e durante o jogo, apesar do preço da cerveja que era muito exagerado, mas eles não se importaram e nós também não. O melhor estava no entanto reservado para depois do jogo, quando um dos ingleses se lembrou de ir ao banho ao Mondego. Como um simples mergulho não chegava, deu-se ao trabalho de subir a rampa de acesso ao parque para se atirar, imagine-se, do tabuleiro da Ponte Santa Clara. Claro que não sabia a profundidade do leito do rio e provavelmente nem pensou nisso, tal era o estado em que estava, mas acabou por ter sorte e depressa repetiu o feito. Atrás dele muitos outros lhe seguiram o exemplo, perante a passividade da nossa polícia que, só quando chegou um bote dos bombeiros para acorrer a eventuais pedidos de socorro, é que se lembrou que afinal era melhor formar um cordão para impedir os mergulhos. Em grande, portanto! Só foi pena que a grande maioria dos ingleses tivesse ido embora logo depois do jogo porque tê-los cá durante a noite teria tido outro interesse.