
Mais um ponto para a contabilidade, que nos permitiu atingir a meta dos 20 pontos mas a jornada nem foi má para a Académica essencialmente devido aos resultados das restantes equipas a lutar pela manutenção. Este é assim mais um ano com a mesma conversa de sempre mas a maioria dos sócios parece não se preocupar muito com isso dada a passividade que demonstram. Num óptimo dia para ir à bola e vivendo a Briosa dias difíceis e decisivos, era um dever académico comparecer em peso para apoiar a equipa. Em comparação com outros jogos, a nossa bancada até nem estava assim tão despida de público mas devemos ser exigentes no que à Académica diz respeito e uma mobilização para este jogo em muito maior número teria demonstrado em maior plano de evidência a nossa força e a nossa fé.
É verdade que este futebol moderno já não vive de jogadores umbilicalmente ligados ao emblema que representam e que estes mercenários, que já nos habituámos a ver trocar de equipa como quem troca de camisa, não merecem a dedicação com que os apoiamos mas apesar de tudo uma coisa não mudou: a Instituição continua a estar acima de tudo e de todos. É neste contexto que os adeptos hoje em dia se vêem obrigados apoiar unicamente as camisolas, deixando assim os jogadores indiferentes e sem ligação aos sítios por onde vão passando. Esta reflexão não fica por aqui dado que é válido concluir que os jogadores não têm quaisquer problemas em pôr os seus próprios interesses à frente dos do colectivo, frustrando muitas vezes as expectativas dos adeptos. Neste sentido, compreende-se a pressão que algumas massas associativas fazem sobre os seus jogadores, de modo a que não se encostem e a que deixem tudo em campo, todos os jogos. Infelizmente, na Académica há, como já se disse, uma grande passividade e os sócios acabam por não manifestar de viva voz as suas preocupações em relação às dificuldades que vamos atravessando. Coimbra sempre viveu da tolerância e do respeito entre as pessoas mas essa característica endémica acaba por nos toldar a razão e hipotecar a ambição. A questão sobre a qual todos devemos reflectir é o que de facto queremos para esta Académica porque ou todos a assumimos como uma Instituição verdadeiramente nossa e a defendemos como tal ou então a identificação da cidade com a Académica vai acabar por se perder.
Voltando ao jogo, na bancada os primeiros 2 minutos foram de silêncio para vincar aquela diferença entre ter ou não a Mancha a apoiar. Depois, uma prestação em bom plano vocal embalou a equipa para a vantagem no marcador ao intervalo. Já na segunda parte, com a reviravolta no resultado, sofreu-se mais mas o golo do empate já nos minutos finais acabou por nos permitir trazer um ponto importante para o cumprimento dos mínimos que se exigem a esta equipa.
É verdade que este futebol moderno já não vive de jogadores umbilicalmente ligados ao emblema que representam e que estes mercenários, que já nos habituámos a ver trocar de equipa como quem troca de camisa, não merecem a dedicação com que os apoiamos mas apesar de tudo uma coisa não mudou: a Instituição continua a estar acima de tudo e de todos. É neste contexto que os adeptos hoje em dia se vêem obrigados apoiar unicamente as camisolas, deixando assim os jogadores indiferentes e sem ligação aos sítios por onde vão passando. Esta reflexão não fica por aqui dado que é válido concluir que os jogadores não têm quaisquer problemas em pôr os seus próprios interesses à frente dos do colectivo, frustrando muitas vezes as expectativas dos adeptos. Neste sentido, compreende-se a pressão que algumas massas associativas fazem sobre os seus jogadores, de modo a que não se encostem e a que deixem tudo em campo, todos os jogos. Infelizmente, na Académica há, como já se disse, uma grande passividade e os sócios acabam por não manifestar de viva voz as suas preocupações em relação às dificuldades que vamos atravessando. Coimbra sempre viveu da tolerância e do respeito entre as pessoas mas essa característica endémica acaba por nos toldar a razão e hipotecar a ambição. A questão sobre a qual todos devemos reflectir é o que de facto queremos para esta Académica porque ou todos a assumimos como uma Instituição verdadeiramente nossa e a defendemos como tal ou então a identificação da cidade com a Académica vai acabar por se perder.
Voltando ao jogo, na bancada os primeiros 2 minutos foram de silêncio para vincar aquela diferença entre ter ou não a Mancha a apoiar. Depois, uma prestação em bom plano vocal embalou a equipa para a vantagem no marcador ao intervalo. Já na segunda parte, com a reviravolta no resultado, sofreu-se mais mas o golo do empate já nos minutos finais acabou por nos permitir trazer um ponto importante para o cumprimento dos mínimos que se exigem a esta equipa.
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