Há dias em que as palavras não são suficientes para explicar tudo aquilo que sentimos e este jogo foi disso o melhor exemplo. Foram três eliminatórias a alimentar o sonho de estar presente no Jamor e a acreditar nesta equipa para o tornar realidade. Foi por isso com muita fé que fomos a Alvalade para discutir a eliminatória e passar à fase seguinte mas bastaram os primeiros 10 minutos de jogo para nos tirarem do nosso sonho de volta à realidade. Se nesses momentos a desilusão tomou conta de todos nós, tal era a expectativa que tínhamos em fazer um bom jogo, cedo esse sentimento se transformou em frustração ao ver que alguém nos tinha trocado as voltas, a nós e aos nossos jogadores. Claro que é agora fácil apontar os erros cometidos e claro que quem está na bancada supostamente nunca percebe nada de futebol, estando essa plenitude de conhecimentos, também supostamente, guardada para os profissionais, mas tornou-se demasiado evidente que o jogo estava perdido mesmo antes de começar devido a uma táctica que já no passado tinha dado provas de não resultar. É verdade que a nossa equipa tem estado sempre condicionada pelas muitas lesões que a têm atingido mas nem se trata disso dado que este treinador não tem uma táctica única, gostando de se moldar aos adversários em vez de lhes impôr um estilo de jogo próprio. Se esta época nos trouxe camisolas demasiado coloridas e pouco sóbrias, também esta diversidade de tácticas parece carecer de identidade e de sobriedade. À imagem da nossa Académica tivemos apenas a atitude positiva dos jogadores, que lutaram até ao fim, com brio e dedicação, quando nem mesmo eles acreditariam conseguir dar a volta ao resultado. Esta Académica terá sido vítima de si própria mas continua a contar, como sempre, com os seus adeptos a apoiar em todos os momentos, bons ou maus. Assim, no próximo jogo já no domingo na Madeira, saberão todos os adeptos presentes, maioritariamente da Velha Guarda, dar o devido apoio incondicional a esta equipa que ainda nos trará certamente bons resultados até ao final da época.
Em termos de bancada, para este jogo foram muitos os adeptos da nossa Briosa que se deslocaram ao Estádio de Alvalade, mais até que no jogo a contar para a Liga em Dezembro. O dia do jogo impediu muitos outros de estarem presentes mas ainda assim o sentimento académico esteve bem presente e foi bem audível, mesmo quando a eliminatória estava já decidida. Só um reparo para dizer que é pena que todos os adeptos não se juntem mais na bancada para o apoio à equipa ser mais consistente. Quanto à organização do jogo, de lamentar o facto de não terem deixado entrar o megafone, argumentando que era essa a regra, quando ainda em Dezembro no mesmo estádio não houve qualquer problema nesse aspecto. É bem evidente que fora das quatro linhas também se joga dado que a previsível fraca presença de adeptos da casa terá sido razão mais que suficiente para de alguma maneira tentar limitar o apoio à equipa visitante. Esperemos então por Maio para receber da mesma forma que somos recebidos, algo que fica à atenção de quem de direito. Ainda assim, os cânticos foram sempre fortes e alargados a toda a curva, pelo que não é por falta de megafone que nos calamos. O melhor exemplo disso, foi a deslocação ao Bessa na época passada onde também não foi possível usar o megafone mas, apesar disso, tivemos uma prestação absolutamente espectacular, aproveitando a excelente acústica do estádio. Dos grupos da casa, o que se fez notar de forma mais constante foi o Directivo, talvez por se encontrar mais próximo de nós, tendo a Juve Leo e a TorVer apresentado coreografias no início do jogo.
Por último, apesar da derrota ficou o prazer de ouvir todo aquele exultar de paixão académica a todos os adeptos da nossa Briosa, mesmo já com o afastamento da Taça consumado. É algo que nos faz pensar o que não seria se todos soubessemos transmitir esta paixão que sentimos aos que nos rodeiam e se os conimbricenses e todos aqueles de alguma maneira ligados a Coimbra fossem, pelo menos esses, efectivamente 100% Briosa. Será assim tão utópico? Queremos acreditar que não!
Em termos de bancada, para este jogo foram muitos os adeptos da nossa Briosa que se deslocaram ao Estádio de Alvalade, mais até que no jogo a contar para a Liga em Dezembro. O dia do jogo impediu muitos outros de estarem presentes mas ainda assim o sentimento académico esteve bem presente e foi bem audível, mesmo quando a eliminatória estava já decidida. Só um reparo para dizer que é pena que todos os adeptos não se juntem mais na bancada para o apoio à equipa ser mais consistente. Quanto à organização do jogo, de lamentar o facto de não terem deixado entrar o megafone, argumentando que era essa a regra, quando ainda em Dezembro no mesmo estádio não houve qualquer problema nesse aspecto. É bem evidente que fora das quatro linhas também se joga dado que a previsível fraca presença de adeptos da casa terá sido razão mais que suficiente para de alguma maneira tentar limitar o apoio à equipa visitante. Esperemos então por Maio para receber da mesma forma que somos recebidos, algo que fica à atenção de quem de direito. Ainda assim, os cânticos foram sempre fortes e alargados a toda a curva, pelo que não é por falta de megafone que nos calamos. O melhor exemplo disso, foi a deslocação ao Bessa na época passada onde também não foi possível usar o megafone mas, apesar disso, tivemos uma prestação absolutamente espectacular, aproveitando a excelente acústica do estádio. Dos grupos da casa, o que se fez notar de forma mais constante foi o Directivo, talvez por se encontrar mais próximo de nós, tendo a Juve Leo e a TorVer apresentado coreografias no início do jogo.
Por último, apesar da derrota ficou o prazer de ouvir todo aquele exultar de paixão académica a todos os adeptos da nossa Briosa, mesmo já com o afastamento da Taça consumado. É algo que nos faz pensar o que não seria se todos soubessemos transmitir esta paixão que sentimos aos que nos rodeiam e se os conimbricenses e todos aqueles de alguma maneira ligados a Coimbra fossem, pelo menos esses, efectivamente 100% Briosa. Será assim tão utópico? Queremos acreditar que não!
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